O governo de São Paulo ensaia, através de um protocolo, a reabertura gradual de setores da economia, como o comércio e serviços não essenciais. Essa flexibilização será feita por fases e levará em conta a redução consistente no número de casos, e na disponibilidade de leitos nas redes pública e privada. A capital paulista, pico da transmissão do novo coronavírus no Estado, foi autorizada iniciar a fase 2. Outros municípios da Grande São Paulo reclamam de não ter o mesmo tratamento, apesar de números mais positivos do que os da capital. Afinal, esse é o momento de flexibilizar no estágio em que está a pandemia no Brasil? Quais os riscos que esse afrouxamento de medidas pode trazer?
Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com os infectologistas Jean Gorinchteyn, do Instituto Emílio Ribas, e Roberto Foccacia, professor de infectologia da USP e da faculdade de medicina de Jundiaí. No quadro “Fique em Casa”, Renata Cafardo entrevista o escritor Mário Prata sobre como está encarando o período de quarentena e autoisolamento.

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