O governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para tentar convencê-lo da importância de privatizar o maior porto da América Latina: o Porto de Santos, no litoral paulista. O ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, afirmou que está aberto ao diálogo, porém, voltou a descartar a privatização da autoridade portuária em Santos.
Após vencer as eleições, o presidente Lula disse que as privatizações iam acabar no Brasil durante seu governo. Logo no segundo dia de mandato, o novo chefe do executivo revogou atos que davam andamento à privatização de sete empresas públicas, entre elas a Petrobras.
Diante das reações negativas, coube ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, colocar panos quentes na situação. O novo chefe da economia defendeu fortemente as parcerias público privadas no lugar das privatizações. Em uma PPP, a empresa normalmente fica responsável pelo projeto, assim como seu financiamento, execução e operação.
Afinal, Lula erra ao demonizar as privatizações? As parcerias Público-Privadas seriam uma alternativa? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a economista e advogada, Elena Landau.
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Apresentação: Gustavo Lopes.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.

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