A poucos dias da realização do segundo turno das eleições, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio de seu Conselho Consultivo sobre Internet, foi buscar alguma solução que pudesse dar fim ou, ao menos, frear o compartilhamento de “fake news” via serviço de troca de mensagens do WhatsApp. O timing não parece ser dos melhores, já que grande parte da campanha eleitoral se estabeleceu por ali há muito tempo – seja para divulgação de propostas, seja para a divulgação de notícias falsas. A questão, no entanto, é muito mais complexa: realmente é possível coibir conteúdo inapropriado no WhatsApp? Do ponto de vista tecnológico, a resposta é “não”. Quem nos explica em detalhes é Bruno Capelas, editor do Link Estadão, convidado do episódio de hoje. Segundo ele, apesar da gravidade de muitos casos relatados, ainda se comete o equívoco de achar que o real problema está no mensageiro. “É um clichê o que vou dizer, mas a tecnologia é sempre uma arma que pode ser usada para o bem ou para o mal”, comenta.
Na coluna “Direto ao Assunto”, José Nêumanne Pinto comenta sobre as tentativas frustradas de desconstrução da imagem de Jair Bolsonaro (PSL) por parte da campanha do PT.

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