Mesmo depois da sua exoneração, o ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, continua polemizando e dando dor de cabeça para o governo de Jair Bolsonaro. Com a promessa de ser indicado como representante do país no Banco Mundial, em Washington, o ex-ministro se antecipou e viajou aos Estados Unidos alegando que estava correndo riscos no Brasil. Essa viagem traz elementos nebulosos, já que Weintraub não havia sido exonerado e só poderia deixar o país mediante autorização. Além disso, há suspeita que ele tenha utilizado passaporte diplomático, já que os americanos proibiram a entrada de brasileiros durante a pandemia do coronavírus. E ainda: o ex-ministro responde dois inquéritos no Brasil, um sobre as injúrias a membros do STF e outro de racismo por postagens ofensivas aos chineses no twitter.
Afinal, Weintraub cometeu ilícitos ao sair do país? Qual o processo para ele ser aprovado no Banco Mundial? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com o repórter do Estadão, Patrik Camporez, com a correspondente do Estadão em Washington, Beatriz Bulla e com a professora de direito internacional e comparado da USP, Maristela Basso.

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