Há três anos à frente do ministério da Economia, Paulo Guedes não mudou em nada sua defesa pelo liberalismo. Ao menos na retórica, já que, na prática, o governo Bolsonaro dificilmente seria enquadrado como um representante desta escola nas suas políticas econômicas.
Em entrevista exclusiva ao Estadão, aos repórteres Adriana Fernandes e José Fucs, o ministro culpou a pandemia pelo fracasso na aprovação de reformas e pela atual situação da economia brasileira. Guedes reclamou da “falta de apoio” para implementar a sua agenda liberal.
O ano eleitoral o pressiona ainda mais, já que as chances de aprovar reformas estruturantes ou privatizações no Congresso são muito reduzidas. Para piorar, a tentação pela gastança como forma de atrair apoio é enorme. O que resta a Guedes em 2022?
No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, 09, apresentamos alguns dos principais trechos dessa entrevista e fazemos um balanço de sua gestão numa conversa com o economista José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Ana Paula Niederauer
Montagem: Moacir Biasi

Andreazza: ‘Eleitor anti-Lula segura Flávio Bolsonaro’ | Estadão Analisa
1:03:17

'CPI do Master: a bola está com André Mendonça' | Estadão Analisa com Carlos Andreazza
1:04:04

Carlos Andreazza: ‘Flávio Bolsonaro tóxico’ | Estadão Analisa
59:20