Diante do cenário de pandemia, candidatos e eleitores terão que se adaptar a uma série de regras e protocolos exigidos pelo Tribunal Superior Eleitoral. Os comícios e as aglomerações estão proibidos por decretos estaduais e municipais, e com isso abre-se espaço para o uso da tecnologia como forma de chegar até o eleitor. Mas, a grande mudança deste ano, é o fato de que estão proibidas as coligações entre partidos para cargos legislativos, neste caso, de vereadores. Com isso, as eleições 2020 devem ter um número recorde de pretendentes a uma cadeira nas câmaras municipais. Para o eleitor, o TSE prepara uma cartilha com instruções de segurança dentro das seções eleitorais, que devem ter seu horário de funcionamento estendido para evitar as aglomerações.
Afinal, de que forma essas mudanças atingem candidatos e eleitores? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com o repórter de Política do Estadão, Pedro Venceslau, que acompanha há anos os pleitos municipais pelo país.

Carlos Andreazza: ‘A operação contra Ciro Nogueira e a delação vencida de Vorcaro’ | Estadão Analisa
1:03:18

‘Tensão pré-delação: Moraes e Mendonça cercam Vorcaro’ | Estadão Analisa com Carlos Andreazza
55:41

Carlos Andreazza: ‘Gilmar e Dino também querem um Desenrola para o Supremo’ | Estadão Analisa
18:49