O Brasil reabriu a embaixada da Venezuela como forma de se reaproximar do vizinho sul-americano, após o governo de Jair Bolsonaro não reconhecer Nicolás Maduro como líder do país, e sim, o autoproclamado presidente, Juan Guaidó. Inclusive, em Brasília, havia uma representante da oposição como representante diplomático do país.
Desde que venceu as eleições, Lula já havia dito que retornaria esses laços entre as duas nações. A medida já tinha sido anunciada também pelo novo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O governo Maduro apresentou o ex-cônsul-geral venezuelano em São Paulo Manuel Vicente Vadell como futuro embaixador no País.
Nos últimos vinte anos, as relações econômicas entre Brasil e Venezuela foram estruturadas em torno do comércio bilateral, do financiamento à exportação de bens e serviços de engenharia, dos investimentos em infraestrutura e da parceria energética entre os dois países.
Afinal, o que o Brasil ganha ao se aliar novamente ao governo ditatorial de Nicolás Maduro? O que esse relacionamento pode trazer de benefícios aos países? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o coordenador do DSI - Grupo de Análise de Estratégia Internacional (USP), Alberto Pfeifer.
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Apresentação: Gustavo Lopes.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.

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