A falta de articulação do governo de Jair Bolsonaro causa preocupação entre os governistas e deputados que apoiam as reformas necessárias para o país. Em uma sinalização de trégua, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o presidente Bolsonaro resolveram deixar as rusgas de lado e focar nas matérias importantes que estão no Congresso. No entanto, Maia passou a articular direto com os ministros que terão papel importante no convencimento dos parlamentares. Paulo Guedes atuará na reforma da Previdência e Sérgio Moro no pacote anticrime. Mas afinal, o quanto vai durar essa lua de mel? É possível tocar as propostas sem a articulação direta do presidente Jair Bolsonaro?
Para o professor da Columbia University e cientista político da Arko Advice, Murillo de Aragão, ainda não há uma boa organização no governo, mas é normal dado o tempo que Bolsonaro está no poder. De acordo com o especialista, tudo que envereda para o lado pessoal, e não institucional, gera perdas. Murillo de Aragão, da Arko Advice, afirma que toda nova forma de fazer política traz, em algum momento, insatisfação de diferentes classes da política.

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