Com a fragilidade e as crises constantes que assolam o governo Bolsonaro, o presidente passou a contar com uma rede de proteção formada por alas aparentemente inconciliáveis: militares e figuras do centrão. Os militares já estavam presentes em diversos postos de comando, mas agora estão em maior número, especialmente no Ministério da Saúde. A novidade são os partidos deste bloco informal no Congresso, "convocados" para ajudar na sobrevivência política de Bolsonaro. Em paralelo à ocupação de cargos, generais do governo passaram a criticar publicamente a atuação de outras instituições e poderes da República, como o Supremo Tribunal Federal, inclusive, com ameaças à ordem democrática.
Na edição de hoje, conversamos sobre esses assuntos com o repórter do Estadão em Brasília, Mateus Vargas, e o repórter especial, Roberto Godoy. No quadro “Fique em Casa”, Renata Cafardo entrevista o cantor e compositor Simoninha sobre como está encarando o período de quarentena e autoisolamento.

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