No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre a rejeição histórica do Senado ao nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).
O plenário da Casa rejeitou o nome do ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, nesta quarta-feira, 29, para vaga no STF.
O indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve apenas 34 votos a favor e 42 votos contrários.
A rejeição ao nome de Messias foi interpretada de duas formas por integrantes do STF.
A primeira é a desmoralização do atual governo perante o Congresso Nacional, Lula é o primeiro presidente a ter uma indicação ao STF rejeitada desde Floriano Peixoto, no final do século 19.
De lá para cá, todos haviam sido aprovados pelo Senado.
A segunda é que o Senado enviou à Corte um recado: se hoje a Casa tem maioria para descartar um candidato a ministro, amanhã terá poder suficiente para afastar quem já compõe o tribunal.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante
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