A edição deste sábado do 'Estadão Notícias', 1º, traz uma investigação neuropsicológica do eleitor em 2022 e as razões comportamentais que pesarão na balança para ‘convencê-lo’ a escolher um ou outro candidato nas eleições mais polarizadas desde a redemocratização.
Nos últimos meses, a jornalista Carolina Ercolin se infiltrou em bolhas à direita e à esquerda para entrevistar dezenas de personagens em comícios e atos políticos. O que você vai ouvir é uma fotografia sonora, ao melhor estilo dos documentários narrativos, sobre o perfil e as contradições de parte do eleitorado que apoia com devoção os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL).
À luz da ciência, estudos se dedicam a responder como funciona o cérebro à ameaça, e solidão, motores do voto útil, amedrontado e envergonhado.
A investigação com os efeitos colaterais das bolhas tem participações da neurocientista Claudia Feitosa-Santana, doutora em Neurociência e Comportamento pela USP e pós-doutora pela Universidade de Chicago, do cientista político Nicolás Saldías, faz parte da equipe de analistas da Economist Intelligence Unit (EIU), ligada ao grupo que publica a revista britânica The Economist; Felipe Nunes, professor de ciência política da UFMG e diretor da Quaest Pesquisa e Consultoria e Uziel Santana, fundador da Associação Nacional de Juristas Evangélicos.

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