Uma campanha publicitária dirigida para o público jovem que tem como mote a diversidade racial e sexual. Mulheres e homens negros tatuados, além de uma transexual, protagonizam a peça do Banco do Banco do Brasil que tinha como estratégia divulgar o serviço de abertura de conta corrente no celular. Tinha porque ela foi vetada pelo próprio presidente Jair Bolsonaro. O tipo de representação não agradou.
Debatemos o caso no programa de hoje com o publicitário e empresário Celso Loducca. Para ele, a campanha vetada do Banco do Brasil “estava tecnicamente perfeita”, partindo da premissa que a ideia era rejuvenescer a marca. Loducca diz que o veto do presidente contradiz diretamente o conceito de liberdade, enfraquece a estratégia comercial da instituição e representa um retrocesso na busca de uma sociedade mais tolerante.
Ouvimos também a análise do editor do BR18, Marcelo de Moraes. Ele destaca o quanto o veto pegou mal na ala mais liberal do governo.

Carlos Andreazza: ‘Moraes obstrutor de Justiça’ | Estadão Analisa
1:06:31

Andreazza: ‘Clube do uísque pelado: o Moraes de Vorcaro. E o Gonet de Moraes’ | Estadão Analisa
1:01:39

Carlos Andreazza: ‘Dias Toffoli contra a Lei’ | Estadão Analisa
1:03:33