Uma campanha publicitária dirigida para o público jovem que tem como mote a diversidade racial e sexual. Mulheres e homens negros tatuados, além de uma transexual, protagonizam a peça do Banco do Banco do Brasil que tinha como estratégia divulgar o serviço de abertura de conta corrente no celular. Tinha porque ela foi vetada pelo próprio presidente Jair Bolsonaro. O tipo de representação não agradou.
Debatemos o caso no programa de hoje com o publicitário e empresário Celso Loducca. Para ele, a campanha vetada do Banco do Brasil “estava tecnicamente perfeita”, partindo da premissa que a ideia era rejuvenescer a marca. Loducca diz que o veto do presidente contradiz diretamente o conceito de liberdade, enfraquece a estratégia comercial da instituição e representa um retrocesso na busca de uma sociedade mais tolerante.
Ouvimos também a análise do editor do BR18, Marcelo de Moraes. Ele destaca o quanto o veto pegou mal na ala mais liberal do governo.

Moraes aplica direito xandônico para governar, mais uma vez | Estadão Analisa
57:53

Start #428 com Daniel Gonzales: O cérebro artificial da área fiscal - a nova era da automação começou
20:36

Carlos Andreazza: ‘A operação contra Ciro Nogueira e a delação vencida de Vorcaro’ | Estadão Analisa
1:03:18