Ontem (03), o MDB anunciou em seu perfil oficial no Twitter que vai manter uma “independência ativa” no futuro governo de Jair Bolsonaro. A mensagem ainda diz que a sigla não fará oposição nem vai integrar a base da próxima gestão. “Discutiremos caso a caso”, conclui o breve recado. Pela trajetória do partido desde a redemocratização, difícil conceber que o MDB possa mesmo cumprir um papel de resistência. Sua principal vocação sempre foi ser “governista”. Com Bolsonaro, já há um ministro do partido confirmado, Osmar Terra (Cidadania). Mas a escolha não se deu pela lógica clássica da negociação partidária. Outros parlamentares da agremiação têm se aproximado da equipe do futuro presidente, até mesmo o senador Renan Calheiros, que até outro dia estava no palanque do PT e, agora, busca mais um mandato na presidência do Senado. O governismo do MDB conseguirá se perpetuar com Bolsonaro? Analisamos o tema numa conversa com o repórter de Política, Pedro Venceslau.
Episódio de hoje também analisa de que maneira a trégua entre EUA e China, celebrada na reunião do G-20, irá atingir o Brasil e as estratégias de política externa do futuro governo de Jair Bolsonaro.
Confira também o comentário de José Nêumanne Pinto, na coluna “Direto ao Assunto”. Tema de hoje: a extinção do Ministério do Trabalho.

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