Em mais uma polêmica no governo de Jair Bolsonaro, o presidente orientou os quartéis a celebrarem o golpe militar de 1964, que iniciou um regime ditatorial que durou 21 anos. Generais da reserva que integram o primeiro escalão do Executivo, porém, pediram cautela no tom para evitar ruídos desnecessários. De acordo com o porta-voz da Presidência da República, general Rêgo Barros, a medida foi tomada pelo presidente por ele não considerar que houve um golpe em 64. Já o advogado Pedro Dallari, que integrou a Comissão Nacional da Verdade, diz que a medida surpreendeu, mesmo sabendo o posicionamento de Jair Bolsonaro.
Para o historiador e autor de livros sobre o regime militar, Carlos Fico, não há dúvidas sobre a existência da ditadura militar, mas é preciso respeitar as opiniões de quem acha que o golpe foi bom e daqueles que recriminam o período.

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