O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo não trabalha com a prorrogação do auxílio-emergencial para o ano que vem. Com a decisão, cerca de 16 milhões de pessoas podem voltar a linha da pobreza sem o benefício. O aumento da pobreza deve afetar mais as regiões Nordeste e Norte, onde a popularidade de Bolsonaro cresceu. Desde seu início, em abril, até agora, o auxílio emergencial beneficiou 118 milhões de pessoas de forma direta ou indireta. No entanto, o time da Economia está só nessa decisão. A ala mais política do governo quer a prorrogação do auxílio, pensando na aprovação do governo.
Afinal, o fim do benefício pode trazer problemas ao governo? Como fica a situação dos mais pobres? Na edição de hoje, conversamos com a economista e professora do Insper, Juliana Inhasz.

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