Após extensas reuniões, governo anunciou na noite de ontem acordo pela suspensão da greve dos caminhoneiros por 15 dias. Nove das 11 entidades presentes aceitaram a proposta do Executivo, que prevê prazo de 30 dias para reajustes no preço do diesel. A solução passava por garantir previsibilidade, demanda da categoria, e a não interferência na política de preços da Petrobrás. Para isso, o ministro da Fazenda Eduardo Guardia informou que haverá um mecanismo de compensação do governo a cada 30 dias, que terá que ser calculado mês a mês entre o preço que a estatal adotaria e o adotado. Para o economista-chefe da Spinelli Corretora, André Perfeito, o acordo é positivo diante do caos que vinha se estalando nas cidades brasileiras. Ele pondera, no entanto, que é preciso entender melhor como os custos assumidos pelo governo vão impactar nas contas públicas no futuro, ainda mais diante da grave situação fiscal em que se encontra o País. Confira ainda nesta edição uma entrevista sobre as conseqüências da suspensão do encontro entre o presidente norte-americano Donald Trump e o da Coreia do Norte, Kim Jong-un. Conversamos com professor de relações internacionais na FMU e da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, Bernardo Wahl.

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