Edição desta terça-feira faz uma primeira avaliação do que vai significar a janela partidária que se abre a partir de amanhã (07). Por um mês, deputados federais e estaduais e senadores podem trocar de partido sem punição, como a perda de mandato. A tendência é que haja uma corrida das siglas para inflar suas bancadas a partir da oferta de melhores condições para a disputa eleitoral. O congressista é atraído pelo quanto conseguirá morder dos recursos do fundo eleitoral e partidário, enquanto os partidos visam sua própria sustentabilidade no futuro. A lógica é guiada por interesses quase exclusivamente financeiros. Conteúdo programático, afinidade ideológica e a confiança do eleitor estão praticamente fora de jogo. Confira ainda nesta edição uma conversa com o jornalista do Estadão, Roberto Godoy, especialista em Defesa. Godoy dará mais detalhes da reportagem publicada no último domingo que revela que ex-militares estão prestando uma espécie de consultoria à facções criminosas no Rio para que elas possam melhorar sua capacidade de enfrentamento e ação.

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