Qual o tamanho da influência que os robôs poderão ter nas eleições de outubro? Estes programas automatizados, batizados de “bot” e fáceis de serem comprados, ajudam na obtenção de maior relevância na rede. Pesquisa recente da InternetLab mostrou, por exemplo, que, em média, 37,4% dos seguidores de pré-candidatos à Presidência no Brasil são robôs. O recordista é o senador Álvaro Dias, postulante ao cargo pelo Podemos. Mais de 60% de seus seguidores no Twitter são formados por perfis falsos. Para entender mais do assunto, conversamos com um especialista: Fabro Steibel, pesquisador do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio). Ele explica que os robôs sempre existiram, desde o início da internet. O problema, segundo ele, é para qual finalidade eles são empregados. E no caso da política, se eles estão sendo contratados pelos candidatos. O que não é permitido.
Edição de hoje ainda conversa com a editora da “Coluna do Estadão”, Andreza Matais, sobre o mais recente embate envolvendo o juiz Sérgio Moro e o Supremo Tribunal Federal, na figura do ministro Dias Toffoli. Este é o mesmo assunto que pauta o comentário de José Nêumanne Pinto na coluna “Direto ao Assunto”.

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