Em 6 de dezembro de 2018, o jornal 'O Estado de S. Paulo' mostrou que um relatório do Coaf apontou uma movimentação atípica de 1 milhão e 200 mil reais em uma conta no nome de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, na Alerj. O caso se tornou um dos principais motivos de desgaste do governo e ainda segue com poucas respostas.

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