Não há dúvidas de que o deputado Arthur Lira (PP-AL) é um dos homens mais poderosos da República brasileira. Hoje, nenhuma matéria é aprovada na Câmara dos Deputados sem o crivo do presidente da Casa, que conta com amplo apoio de seus pares.
Mas, nas últimas semanas, o parlamentar viu seu nome envolvido em diversas polêmicas e investigações por parte da Polícia Federal (PF). O ex-chefe de gabinete de Lira, Luciano Ferreira Cavalcante, é investigado pela Polícia Federal de participar de um esquema de compra de Kit Robótica superfaturadas para escolas em Alagoas, que é reduto do presidente da Câmara.
Além disso, o Estadão revelou que Lira emprega ao menos dez parentes e aliados em postos-chave da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Os cargos na “estatal do Lira”, como a empresa tem sido chamada em Brasília, rendem 128 mil reais, por mês, só em salários ao grupo.
Afinal, essas últimas notícias sobre Lira podem afetar seu poder no Congresso Nacional? Esse é o momento do governo tentar diminuir a força do deputado na Câmara? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a professora da Escola de Políticas Públicas e Governo da FGV, Graziella Testa.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Ferreira
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi

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