A pregação pelo “voto útil” é algo que costuma marcar a reta final de campanha. Num gesto mais incisivo, busca-se convencer o eleitor de que ele precisa “evitar o pior”. Isso segundo a lógica daquele candidato, evidentemente. O resultado mais recente das pesquisas de intenção de voto fez com que as campanhas de alguns presidenciáveis antecipassem este movimento, a cerca de três semanas da realização do 1º turno das eleições. Seja à esquerda ou à direita, o receio deste bloco de “moderados” é de que os extremos se encontrem na reta final. Ou seja, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Cada qual a sua maneira, Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) têm desferido seus golpes para alertar sobre o risco de um embate entre os radicais no 2º turno. A estratégia faz sentido e pode ter efeito? Conversamos sobre o assunto com o cientista político Carlos Melo.
Ainda sobre as táticas de campanha, programa de hoje foi entender como Marina Silva pretende reverte o viés de baixa de seu desempenho nas pesquisas. Quem detalha é a repórter de Política do Estadão, Mariana Holanda.
Confira também uma entrevista com o coordenador econômico da campanha do candidato Henrique Meirelles (MDB), José Marcio Camargo; e a coluna “Direto ao Assunto”, com os comentários de José Nêumanne Pinto.

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