As eleições municipais deste ano já entram para a história como a mais difícil dos últimos anos, isto porque, elas serão realizadas em meio a pandemia do novo coronavírus, e medidas de segurança tiveram que ser implementadas, começando pelo dia do primeiro turno do pleito, que foi adiado para 15 de novembro. Agora, a dor de cabeça do Tribunal Superior Eleitoral é garantir voluntários para trabalhar nas eleições. Mesmo com os protocolos de segurança, o risco de um “apagão” de mesários é grande, e da baixa adesão de eleitores também.
Afinal, o que acontece se faltar mesários? O que os tribunais eleitorais podem fazer neste caso? Como eles vão garantir a segurança de voluntários e eleitores? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com o repórter do Estadão, Pedro Venceslau, e com a assessora-chefe de planejamento estratégico e eleições do TRE de São Paulo, Regina Rufino.

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