Se o resultado das eleições municipais mostrou que o discurso radical perdeu espaço, e que o eleitor preferiu os mais moderados, é possível afirmar também que a política ficou mais diversa, com a eleição de mulheres e homens trans, negros e coletivos sociais. 25 transexuais e travestis foram eleitos nas Câmaras Municipais do país. Nas capitais brasileiras, 18% dos eleitos nos legislativos das cidades são mulheres. No maior município do Brasil, a capital paulista, elegeu dois coletivos: Bancada Feminista e Quilombo Periférico.
Afinal, a política brasileira começa a ficar mais diversa? Qual o recado que o eleitor está dando para quem está no poder? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com a cientista política da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, Tathiana Chicarino.

A bancada de Lula no STF mete a mão: Gilmar Mendes e seus dinos ditam a eleição | Estadão Analisa
1:02:51

Andreazza: Eleição medieval. Dino, o novo Xandão, forja guerra religiosa | Estadão Analisa
1:07:20

Andreazza: Contra a censura do mal, o TSE paralelo de Gilmar, Moraes e Dino | Estadão Analisa
57:50