Se o resultado das eleições municipais mostrou que o discurso radical perdeu espaço, e que o eleitor preferiu os mais moderados, é possível afirmar também que a política ficou mais diversa, com a eleição de mulheres e homens trans, negros e coletivos sociais. 25 transexuais e travestis foram eleitos nas Câmaras Municipais do país. Nas capitais brasileiras, 18% dos eleitos nos legislativos das cidades são mulheres. No maior município do Brasil, a capital paulista, elegeu dois coletivos: Bancada Feminista e Quilombo Periférico.
Afinal, a política brasileira começa a ficar mais diversa? Qual o recado que o eleitor está dando para quem está no poder? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com a cientista política da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, Tathiana Chicarino.

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