O Tribunal Superior Eleitoral tomou uma importante decisão, que valerá para as eleições de 2022, com a intenção de diminuir a desigualdade racial na disputa pelas vagas nos Legislativos e Executivos do País. O dinheiro do fundo eleitoral e o tempo de propaganda no rádio e TV deverão ser divididos na mesma proporção de candidatos negros e brancos nos partidos políticos. O pedido, feito pela deputada Benedita da Silva (PT-RJ), também pedia ao TSE para estabelecer uma cota de 30% de candidaturas negras em cada legenda. No entanto, para a Corte, essa questão tem que ser enfrentada pelo Congresso Nacional. Pretos e pardos eram 56% da população em 2018, mas representam apenas 24% dos deputados federais e 29% dos deputados estaduais eleitos há dois anos.
Afinal, qual a importância dessa decisão do TSE para a equidade das disputas eleitorais? Como esses recursos serão distribuídos? Na edição de hoje, conversamos com Luiz Augusto Campos, professor de Sociologia e Ciência Política do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ, e com Marilda Silveira, especialista em direito eleitoral, membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político.

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