Após um crescimento explosivo de oportunidades remotas de trabalho na pandemia, o mercado de emprego tem presenciado as grandes corporações darem meia-volta, em um movimento que acena para o enfraquecimento do home office.
A tendência apontada por especialistas parecia ser a de uma mistura entre o antes e o depois da crise sanitária, em um modelo que consegue conciliar as vantagens dos dois formatos: o trabalho híbrido.
Nesta semana, o Google, que adotou há mais de um ano o modelo híbrido, disse aos funcionários que eles deveriam cumprir o requisito de três dias ou suas faltas apareceriam em suas avaliações de desempenho, de acordo com um memorando enviado aos funcionários obtido pelo The Washington Post.
O comunicado foi enviado, inclusive, para funcionários das operações no Brasil, conforme apurou o Estadão.
No Brasil, empregados querem uma média de 2,5 dias em home office, enquanto companhias estão dispostas a oferecer pouco mais de um dia, segundo dados da WFH Research.
Números da consultoria de recrutamento Robert Half mostram que no Brasil, 76% consideram o modelo híbrido ideal, e 38% afirmam que buscariam outro emprego caso o atual decretasse a volta definitiva ao presencial.
Afinal, por que o home office deixou de ser funcional para as empresas? voltaremos ao mesmo cenário de antes da pandemia? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Paul Ferreira, professor de Estratégia e Liderança da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi

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