No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 31, Carlos Andreazza fala sobre a Polícia Federal, que tentou dar um drible no ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, e retirar da sua batuta as investigações envolvendo Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.
Nas apurações do caso do INSS, cujo relator é Mendonça, os investigadores descobriram as ligações de Lulinha com Antonio Carlos Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”.
E lá no meio estava também uma suspeita de tráfico de influência do filho do presidente Lula a favor do canabidiol junto ao ministério da Saúde.
Antunes chegou a levar Lulinha numa viagem à Portugal sobre o tema.
A decisão da Polícia Federal de formalizar um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para a abertura de uma nova frente de investigação contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, provocou estranhamento nos bastidores da Corte.
A PF pediu para apurar suspeitas de tráfico de influência do empresário no Palácio do Planalto e no Ministério da Saúde, em tratativas de negócios sobre o uso de cannabis medicinal.
O relator do caso do INSS no STF é o ministro André Mendonça. Mas a petição no Supremo não foi direcionada a ele.
Foi enviada para distribuição geral. Depois, coincidentemente terminou ficando com o próprio Mendonça, por sorteio.
O ministro autorizou o novo inquérito.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante
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