No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre a CPI do Crime Organizado que aprovou o convite para o comparecimento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli ao colegiado e a quebra de sigilo fiscal da Maridt Participações no período entre 2022 e 2026. Toffoli é sócio da empresa, que vendeu parte do resort Tayayá a fundo ligado ao Banco Master.
A comissão aprovou ainda a convocação dos irmãos do ministro, José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli, que são gestores da Maridt. Pelo tipo de requerimento, a presença deles para prestar depoimento à CPI é obrigatória. Já a de Toffoli é facultativa.
A CPI também aprovou o convite ao ministro Alexandre de Moraes e a convocação de Daniel Vorcaro, dono do Master.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.
Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao
O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Renan Pagliarusi
Foto: Wilton Junior/Estadão

Nikolas e os Bolsonaro: o influente caso Master no tal racha da direita | Estadão Analisa
59:11

Relações perigosas de ministros fortalecem o inquérito intimidador de Moraes | Estadão Analisa
57:21

Caso Master e a questão urgente: André Mendonça vai facilitar a operação abafa sobre Dias Toffoli?
55:35