No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre o clima de “delação do fim do mundo” na Praça dos Três Poderes.
Para sair da prisão, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, já negocia uma colaboração premiada e, de acordo com informações que chegaram ao Palácio do Planalto, pretende puxar o PT e o governo Lula para o escândalo.
Até agora as investigações do caso Master atingiram em cheio o Supremo Tribunal Federal (STF), além de políticos e presidentes de partidos do Centrão.
Respingaram, ainda, no ministro da Casa Civil, Rui Costa, que era governador da Bahia à época da expansão do banco, e no líder do governo no Senado, Jaques Wagner, seu antecessor à frente do Palácio de Ondina.
E no STF, o ministro Gilmar Mendes não pretende acelerar o passo para entregar seu voto no julgamento sobre a prisão de Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Embora o prazo regimental se encerre nesta sexta-feira, 20, como já há maioria para manter o banqueiro preso, o ministro prioriza a construção de um voto dogmático em detrimento da celeridade.
Segundo interlocutores, Mendes tem dito nos bastidores que essa decisão transcende a situação individual da prisão de Vorcaro. A tendência, portanto, é que o decano produza uma decisão que sirva de recado à Corte e à Polícia Federal.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante
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