Desde o dia 25 de maio, o mundo tem acompanhado uma série de manifestações contra o racismo, após George Floyd ser morto por um policial em Minnesota, nos Estados Unidos. O homem, que é negro, ficou 9 minutos com o seu pescoço sob o joelho do agente de segurança. Após o ocorrido, vários atos foram convocados no país e fora dele. Nesta semana, no Brasil, falas de um membro do governo geraram revolta na população. O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, que é negro, chamou o movimento negro de “escória maldita” e zombou dos protestos pela morte de George Floyd nas redes sociais. Afinal, o que esses movimentos podem mudar em relação ao racismo estrutural em diversos países no mundo? Dá para comparar a realidade americana com a brasileira?
Na edição de hoje, conversamos sobre esse assunto com jornalista, professor, CEO da Revista Raça e ex-secretário da Igualdade Racial da cidade de São Paulo, Maurício Pestana. Além disso, a correspondente do Estadão em Washington, Beatriz Bulla, fala sobre a eclosão e extensão dos protestos e das reações políticas nos Estados Unidos. No quadro “Fique em Casa”, Renata Cafardo entrevista a atriz e cantora Emanuelle Araújo sobre como está encarando o período de quarentena e autoisolamento.

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