No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre o pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que afirmou em entrevista à Globonews, que buscou “investidores” ao pedir dinheiro ao ex-presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Segundo o parlamentar, o filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, Dark Horse, é um projeto cultural financiado com recursos privados.
Ele justificou ainda que vinha evitando falar sobre o tema porque havia uma cláusula de sigilo que protegia os empresários que investiram na produção do filme.
O senador reconheceu que omitiu o fato de conhecer Vorcaro antes de o banqueiro ser preso devido à fraude bilionária no Banco Master.
Enquanto isso, o produtor-executivo do filme “Dark Horse”, que conta a história de vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Mário Frias (PL-SP) afirmou nesta quinta-feira “não haver contradição” entre as versões divulgadas por ele, pela produtora do longa e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no dia anterior.
“Quando afirmei anteriormente que não há “um centavo do Master” no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora.
O nosso relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, pessoa jurídica distinta”, afirmou Frias por meio de nova nota nesta quinta-feira.
No campo político, após o pré-candidato à presidência Romeu Zema (Novo) publicar um vídeo criticando Flávio Bolsonaro (PL) pelo áudio em que o senador cobra de Daniel Vorcaro recursos para financiar o filme sobre seu pai, Carlos e Eduardo Bolsonaro saíram em defesa do irmão.
Os filhos de Jair Bolsonaro (PL) usaram as redes sociais nesta quinta-feira, 14, para atacar Zema.
Em seu perfil no X (antigo Twitter), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) republicou o vídeo de Romeu Zema falando que o vazamento dos áudios de Flávio foi um “tapa na cara do brasileiro de bem”. Eduardo escreveu na sua publicação que Zema fez uma “acusação sem fundamentos” e o ironizou ao chamá-lo de “potencial vice”.
“Não houve desvio de dinheiro, Lei Rouanet ou recursos públicos. Não seja tão baixo, tão vil”, diz Eduardo.
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) também saiu em defesa do irmão.
Em seu perfil no X ele chama Zema de “engolidor de casca de banana” em referência a um vídeo em que Zema aparece comendo banana com casca para criticar a alta dos preços dos alimentos.
“Não me venha dizer que é ataque. É apenas constatação frente mais uma bizarra apresentação”, escreveu Carlos.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante
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