No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que autorizou a transferência do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para a carceragem da Superintendência da Polícia Federal em Brasília para dar início ao seu processo de delação premiada.
A transferência foi realizada na noite desta quinta-feira, 19.
Vorcarou já assinou um termo de confidencialidade com investigadores da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal para formalizar o início das tratativas de colaboração premiada. Esse termo impede que o delator divulgue o conteúdo do que está sendo negociado.
O colunista mostra também, que o ministro Gilmar Mendes anulou a quebra de sigilo do fundo Arleen, aprovada pela CPI do Crime Organizado.
Para o ministro do STF, a quebra de sigilo apresentada pelo senador Sérgio Moro (União-PR) e aprovada pela comissão não constitui “ato ordinário de investigação, mas medida de caráter excepcional”.
“Parece evidente que os próprios integrantes da CPI tinham ciência a respeito da possibilidade de anulação de seus atos e, mesmo assim, decidiram prosseguir com a votação simbólica, sem discussão sobre os pressupostos da medida investigativa”, diz Gilmar.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante
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