Estadão Analisa com Carlos AndreazzaEstadão Analisa com Carlos Andreazza
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Base eleitoral estabelecida pode favorecer candidatos evangélicos nas eleições deste ano, afirma especialista

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Edição desta sexta-feira faz uma pergunta: A religião tem peso na hora de escolher um candidato para uma cadeira no legislativo, ou em eleições majoritárias, como governador e presidente? Um levantamento do Estadão/Broadcast indica que a bancada, hoje, é composta por pelo menos 84 parlamentares: 82 deputados e dois senadores. Se comparado ao ano de 2006, o número mais que dobrou. A chamada ‘Bancada da Bíblia’ age para detectar e atuar no bloqueio de iniciativas que possam afrontar o ideário conservador.

 

Para a doutora em Administração Pública e Governo e pesquisadora do Centro de Estudos em Economia e Política do Setor Público da FGV, Cláudia Cerqueira, é errado achar que apenas as pautas conservadoras estão na mira da bancada religiosa. Segundo a estudiosa, boa parte desses deputados se encontra em comissões ligadas a telecomunicações, que é uma área de interesse das igrejas.

 

O programa continua apresentando as propostas dos coordenadores dos programas econômicos dos presidenciáveis. Hoje é a vez de Marcio Pochmann, responsável pelo programa econômico da chapa Lula/Fernando Haddad do PT. Ele foi entrevistado pelo repórter Douglas Gavras após participar de evento do Estadão, sobre o tema.

E você acompanha também mais análise política no comentário do colunista José Nêumanne Pinto.

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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

O novo podcast do Estadão vai trazer o jornalista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sob 
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