Após ter a nomeação do seu escolhido para direção-geral da Polícia Federal barrada pelo Supremo Tribunal Federal, Jair Bolsonaro diz que "chegou no seu limite", e que fará "cumprir a Constituição a qualquer preço". O discurso exaltado do presidente aconteceu em mais uma manifestação de caráter antidemocrático, em que se pedia a intervenção militar. Aliás, no mesmo discurso, Bolsonaro afirmou que conta com o apoio das Forças Armadas. No entanto, militares foram enfáticos em dizer que respeitam todos os poderes e a Constituição. Especialistas analisam que o tom extremado reforça a perda de apoio do presidente. Que estratégia justificaria os constantes avanços nessa escalada mais radical?
Na edição de hoje, vamos abordar esses assuntos com o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy e com o cientista político da FGV, Eduardo Grin. No quadro “Fique em Casa”, Renata Cafardo entrevista Ana Maria Diniz, empresária e presidente do Instituto Península, sobre como está encarando o período de quarentena e autoisolamento.

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