Uma relação de pontas soltas é o saldo do caso Adriano da Nóbrega após mais de uma semana da morte do ex-integrante do Bope. Morto durante uma operação policial na Bahia, o “capitão Adriano” era apontado como chefe do "Escritório do Crime", milícia suspeita pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, e estava envolvido no esquema de rachadinhas no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. O principal impasse criado a partir da guerra de versões sobre o caso impede parte do desfecho da história. O corpo de Nóbrega ainda não foi enterrado.
Na edição de hoje, conversamos com o repórter do Estadão que acompanhou o caso de perto direto da Bahia, Caio Sartori. A repórter Roberta Jansen explica o por quê do corpo de Adriano da Nóbrega ainda ter sido cremado.

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