A confusão envolvendo membros do Movimento Brasil Livre e do Direita São Paulo, na última manifestação em prol do ministro da Justiça, Sérgio Moro, abriu o questionamento sobre a união dos grupos direitistas. Desde que o MBL decidiu não participar das manifestações de maio, em apoio ao governo de Jair Bolsonaro, a relação com alguns movimentos desta linha ideológica ficou estremecida. No entanto, esses grupos mantêm pautas em comum, como a reforma da Previdência. Para entender essa cisão, conversamos com os representantes dos movimentos envolvidos no tumulto ocorrido na Avenida Paulista, em São Paulo. O vereador e coordenador do MBL, Fernando Holiday, e o presidente do Direita SP, Edson Salomão.

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