No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre a disputa polarizada na eleição deste ano.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro inventam narrativas falaciosas sobre o provável tarifaço dos Estados Unidos para enrolar os eleitores brasileiros, que vão escolher entre os dois no pleito de outubro.
Em diversas manifestações públicas, Lula se refere a Flávio e seu irmão Eduardo Bolsonaro, como “traidores da pátria”.
Em nota recente nas redes sociais, o presidente disse que a família “defendeu publicamente o aumento de tarifas contra produtos brasileiros”.
Em outra frente, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pagou R$ 33,89 bilhões em emendas parlamentares em 2026 até o dia 4 de julho.
É o maior valor da história em um período pré-eleitoral e supera tudo que foi repassado no ano de 2022 inteiro, nas últimas eleições presidenciais.
Procurada, a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República afirmou que a “execução de recursos orçamentários é feita de acordo com a legislação e as determinações do Supremo Tribunal Federal, observada a aprovação técnica das propostas pelos órgãos responsáveis pela sua execução, bem como a disponibilidade orçamentária e financeira”.
Do outro lado, a Justiça do Distrito Federal negou dois pedidos do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) para apagar vídeos de opositoras que lhe chamaram de “o filho mais corrupto de Bolsonaro” e ser indenizado em R$ 160 mil por danos morais.
Nas decisões, os dois juízes alertaram para o risco de censura.
Flávio moveu as ações em maio contra Manuella Tyler, pré-candidata a deputada federal pelo PSB da Bahia, e Camila Moreno, secretária-adjunta de Comunicação do PT.
Os processos continuam tramitando.
Procurado, o presidenciável não comentou.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante
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