Que Jair Bolsonaro é conhecido por suas bravatas, muitas vezes feitas de maneira inconsequente, não é surpresa para ninguém. No entanto, após um período de resguardo, o presidente voltou com tudo, e dessa vez, o resultado foi desastroso. Ao receber a informação que a vacina contra o coronavírus feita por uma empresa chinesa teve os testes suspensos pela Anvisa, por causa da morte de um voluntário, Bolsonaro comemorou. Mais tarde, em evento no Palácio do Planalto, disse que o brasileiro não pode ser “maricas” em relação a doença, e mais, ameaçou indiretamente o candidato eleito nos Estados Unidos, Joe Biden, a usar “pólvora”, quando a saliva terminar.
Afinal, Jair Bolsonaro ultrapassou os limites? As bravatas podem prejudicar a governabilidade do país? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com o professor e cientista político do Insper, Carlos Melo.

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