A esquerda brasileira terá que realizar uma discussão de relacionamento após as eleições municipais, deste ano. É comum ouvirmos líderes dessas legendas defendendo uma frente ampla para combater o bolsonarismo em 2022. Mas, esse entendimento está longe de ser uma realidade. Com o enfraquecimento do PT, partidos como PSB e PDT reivindicam o protagonismo no próximo pleito. O Partido dos Trabalhadores entende que por ser a maior sigla desse espectro político, deve manter a liderança em eleições majoritárias.
Diante do que foi apresentado, é possível pensar em uma frente ampla de esquerda sem o PT como cabeça de chapa? Com o crescimento de outros partidos do mesmo espectro, é normal que eles reivindiquem seu lugar ao sol? Na edição de hoje, conversamos com o repórter do Estadão, Ricardo Galhardo e com o cientista político e professor de Políticas Públicas da Universidade Federal do ABC, Vitor Marchetti.

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