O governo federal pretende descartar quase 3 milhões de livros didáticos que estão em um depósito na Grande São Paulo. A justificativa do Ministério da Educação é de que esses livros perderam a validade e não podem ser distribuídos para alunos da rede pública do país. O caso vem à tona no um momento em que o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Educação, Abraham Weintraub, passaram a criticar publicamente o conteúdo dos materiais didáticos. Afinal, os livros descartados representam desperdício do dinheiro público? Como é definido o conteúdo desse material?
Na edição de hoje, a repórter do Estadão, Isabela Palhares, traz mais detalhes sobre este caso dos livros que serão descartados. Participa também a diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV e ex-Diretora Global de Educação do Banco Mundial, Claudia Costin, que analisa o conteúdo do material hoje ofertado no Brasil e o processo de compra desses exemplares.

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