Após defender de manhã, num artigo no Público, a saída de Maria Lúcia Amaral, Gouveia e Melo comentou à noite, na SIC, a confirmação da demissão, classificando-a como a decisão adequada. Questionado sobre a possibilidade de assumir a pasta da Administração Interna, deixou a porta entreaberta, afirmando ter aprendido a “nunca dizer nunca”, embora diga não estar nos seus planos. Disse ter falado apenas como cidadão, considerando que a situação ultrapassara um limite razoável e que a saída protege o Governo e beneficia a população. Sobre a eventual liderança de uma task force de recuperação, respondeu com ambiguidade, sublinhando disponibilidade para servir o Estado. Rejeitou a ideia de um “salvador” único, defendendo que há várias pessoas capazes. Criticou ainda a resposta à depressão Kristin, apontando falhas sistémicas, falta de coordenação e disputas institucionais, defendendo a mobilização da máxima capacidade no terreno.

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