As eleições de 2026 vão ser as primeiras no Brasil disputadas num ambiente em que a inteligência artificial já faz parte do cotidiano das campanhas e das pessoas. Desde 2024, surgiram novas ferramentas capazes de produzir textos, áudios e vídeos falsos com alto grau de realismo. Entre os riscos, estão os chatbots, plataformas que simula e processa conversas humanas. Que tipo de informação elas vão fornecer sobre os candidatos? Como garantir uma isenção? Existe risco de eleições “decididas no privado”, longe do debate público? Para tratar desses temas, o 'Jornal Eldorado' conversou com Fernanda Campagnucci, diretora executiva do InternetLab.

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