A trilha para o futuro dos brasileiros que nasceram entre 2000 e 2009 não fica nem na esquerda nem na direta. É pelo centro — misturando posições tradicionalmente divididas entre campos ideológicos opostos — que esses jovens apostam que será possível para o País encontrar soluções práticas e objetivas para seus problemas, deixando de lado a ilusão de que o Estado terá condições de trazer soluções para todos.
Essa é uma das conclusões de um estudo da Quaest, que se debruçou sobre como as diferentes gerações de brasileiros se posicionam em pautas que vão desde a agenda de costumes à economia, passando por diversos assuntos que estarão no centro do debate eleitoral deste ano. cientista político e um dos diretores do Movimento Voto Consciente, Bruno Silva, analisa o levantamento.

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