A guerra de Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro, eleva a cotação global do petróleo e já impacta os preços do diesel no Brasil, apesar de ainda haver uma defasagem em razão da alta no mercado internacional. Em entrevista à Rádio Eldorado, o presidente-executivo da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araújo, disse que a defasagem no preço médio das refinarias da Petrobras está em 66%, o que representa R$ 2,15 por litro. No caso da gasolina, a diferença é de 34% ou R$ 0,86 por litro. Segundo ele, a Petrobras, que mantém os preços inalterados, responde por 55% da demanda nacional de óleo diesel. As importações representam 30% do mercado nacional e os 15% restantes vêm de refinarias privadas, que já estão elevando os seus preços.
Para Araújo, os reajustes são “perfeitamente justificáveis porque aumentam o custo da matéria-prima das refinarias privadas”. Ele também revelou que as importadoras de diesel ainda não fecharam compras neste mês de março, aguardando pela evolução do conflito.
O presidente da Abicom alega que não existe desabastecimento, mas aponta “estoques ainda confortáveis, de 20 a 25 dias”.

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