O Ministério dos Transportes cortou 88% do orçamento necessário para manter o Programa Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade (PNCV), gerenciado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). O programa, que fiscaliza mais de 2.000 faixas de trânsito com radares, será paralisado a partir de agosto por falta de verbas. O sistema, que custa cerca de R$ 364 milhões ao ano, arrecada mais de R$ 1 bilhão, num cenário em que o País convive com mais de 35 mil mortes por ano no trânsito. Os dados foram apresentados nesta terça-feira pelo presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, Paulo Guimarães, durante entrevista à Rádio Eldorado. Ele defendeu a fixação de um limite máximo de velocidade de 50 km/h em áreas urbanas, como ocorre em outros países. “Uma redução de 10 km/h aumenta a probabilidade de um pedestre sobreviver em caso de atropelamento”, afirmou.

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