Conversamos com a colunista do Estadão, Luciana Garbin, sobre o chamado “Efeito filha”, Pesquisadoras americanas encontraram um paralelo que quando o primeiro filho de gerentes e pessoas em cargo de chefia era uma menina, os rendimentos relativos das mulheres na empresa aumentavam 4,4%. E a participação feminina no respectivo emprego crescia 2,9%.



