Paula Lobo Antunes abre o livro da vida: a infância, a descoberta da representação, a família, a maternidade e a vontade de continuar a ser uma pessoa boa. Fala da desigualdade entre homens e mulheres e do patriarcado, recorda os 16 ucranianos que acolheu em casa quando começou a guerra e as amizades que ficaram. A atriz conta ainda como se preparou para interpretar “Verónica”, uma mulher racista, xenófoba e sem escrúpulos, e explica por que não pede desculpa pela personagem e por que acredita que ela revela uma realidade que ainda existe em Portugal.

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