Marina Mota apresenta-se sem filtros nem personagens. Numa conversa emocional, revisita décadas de carreira no teatro e na televisão, fala da solidão, do envelhecimento e da forma como a cultura é tratada em Portugal. Entre memórias, críticas e desabafos, questiona o rumo da sociedade, a velocidade do mundo atual e a falta de escuta entre as pessoas.

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Poeta da Cidade: “Disseram-me que não havia espaço para poesia. Então aprendi a fazer um livro sozinho”
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Maria João Avillez: Sou uma mulher conservadora, mas não sou reacionária. É como ter os olhos castanhos”
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