A censura não o castrou, a fama nunca o seduziu e a preguiça é o pecado que mais odeia. Da infância inventada ao jornalismo sob censura, Júlio Isidro fala-nos sobre sensibilidade e liberdade.

Rui Santos: “O futebol português precisava de um 50 de Abril. Um 25 de abril a dobrar”
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Marina Mota: “A cultura só é importante nas campanhas eleitorais. Depois já não nos conhecem"
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Pedro Benevides: "A degradação do espaço político é real e nós, jornalistas, também temos responsabilidade nisso"
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