Júlia Pinheiro abre o jogo e fala sem filtros sobre o envelhecimento, a pressão da imagem e os padrões da televisão. Recorda o início na rádio, as inseguranças com a voz e o percurso construído fora do “ideal” da indústria. A apresentadora destaca também a importância da família, de momentos difíceis vividos em casa e da forma como essas experiências a transformaram. Aos 63 anos, reflete sobre a carreira, a atualidade e explica como continua a reinventar-se e a encontrar sentido em comunicar.

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