Eduardo Sá abre o coração sobre o acidente grave que sofreu e a vida em cadeira de rodas. Recusando a ideia romântica de "superação", o psicólogo denuncia o preconceito em Portugal, olha para a depressão como um "sinal vital" e defende a liberdade de chorar. Entre críticas contundentes ao sistema escolar e à inteligência artificial, reflete sobre a solidão na era digital, a dificuldade dos adultos em fazer amigos e o amor pela família e pelo Benfica.

Bárbara Branco: "As pessoas escrevem com um ódio que me perturba muito. Estamos a perder a capacidade de ter um olhar tolerante"
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Ana Gomes: "O Tribunal Constitucional deu o 'ok' a um programa nazi e fascista. Faltou coragem para matar o veneno do Chega na origem”
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